Dias de desemprego sempre são dias difíceis, logo pela manhã sua boca já pede aquele pãozinho mais sofisiticado que seu bolso não pode pagar e a curiosidade te mostra que o seu limite do cheque especial já está quase estourado e você não pode fazer nada quanto a isso. O estouro é questão de dias. Então você tem a sensação que o que te resta é sentar e esperar isso acontecer.
A partir daí, uma infinidade de dificuldades permeiam o dia do desempregado. Os níveis de ansiedade aumentam considerávelmente, atrapalhando até mesmo a caça por um novo emprego. As pessoas que te cercam começam a ser a sua única preocupação diária e você começa a tomar conta da vida dessas pessoas de uma maneira insuportavelmente chata.
Mesmo sem ter comida em casa, você engorda, pois até mesmo maionese pura já pode ser considerada como refeição. Sua dispensa vira um aglomerado de biscoitos de maizena e miojo e sua fome nunca é completamente saciada. Isso porque sempre existe a sensação de estar faltando algo e a comida, nessas horas, nos transmite a falsa impressão de preencher essa ausência no momento da degustação. Mas logo passa e o vazio volta.
O que fazer? Comer mais um biscoito de maizena?
A partir daí, uma infinidade de dificuldades permeiam o dia do desempregado. Os níveis de ansiedade aumentam considerávelmente, atrapalhando até mesmo a caça por um novo emprego. As pessoas que te cercam começam a ser a sua única preocupação diária e você começa a tomar conta da vida dessas pessoas de uma maneira insuportavelmente chata.
Mesmo sem ter comida em casa, você engorda, pois até mesmo maionese pura já pode ser considerada como refeição. Sua dispensa vira um aglomerado de biscoitos de maizena e miojo e sua fome nunca é completamente saciada. Isso porque sempre existe a sensação de estar faltando algo e a comida, nessas horas, nos transmite a falsa impressão de preencher essa ausência no momento da degustação. Mas logo passa e o vazio volta.
O que fazer? Comer mais um biscoito de maizena?

